Se você está planejando fazer um mochilão e visitar nossos hermanos, então, antes de continuar com os preparativos, é mais do que necessário parar uns instantes e saber que documentos são utilizados para entrar no país vizinho. Para começar, os turistas brasileiros não precisam de visto para ingressar em solo argentino. Os documentos para viajar à Argentina são somente dois: RG ou Passaporte. Não são aceitos como documentos de viagem nem a Carteira de Motorista (CNH) nem a Certidão de Nascimento.

O que é preciso para entrar na Argentina?

Até parece uma disputa de religiões com esses nomes, não é? Mas saiba que não tem nada a ver com isso. Apesar da Cachoeira de Meu Deus ficar pertinho da Caverna do Diabo, os nomes não têm a ver com coisas sobrenaturais, muito menos com questões religiosas, mas, sim, com a beleza extraordinária da natureza local.

Cachoeira de Meu Deus: pertinho da Caverna do Diabo


Para quem não a conhece, Aracaju é capital do Estado de Sergipe, e, apesar de ser a menos populosa das capitais nordestinas, sua localização é um importante ponto estratégico no que diz respeito a centro urbano, econômico, cultural e político para o país.
Algumas curiosidades
Aracaju é a capital com menor desigualdade do Nordeste. Com hábitos de vida mais saudáveis do país, ciclovias conservadas, com projetos de deslocamento urbano e considerada a capital do país com menor índice de fumantes, é um lugar para se viver bem.
A capital de Sergipe também é considerada uma das mais baratas para se viver, tendo focado mais recentemente suas ações turísticas na criação de alojamentos coletivos de qualidade, tais como os mundialmente conhecidos hostels.

Origem do nome
O nome "Aracaju" pode ter origem no termo tupi arákaîu, que significa "cajueiro das araras" (ará, arara + akaîu, cajueiro) traduzido diretamente do tupi é cajueiro das araras.
Conta-se que antigamente, onde hoje está a Avenida Ivo do Prado, era a Rua da Aurora, rua que serviu de base para que se projetassem todas as outras do centro da cidade, onde hoje também se encontra a praça Olímpio Campos, ou praça da Catedral. Nessa rua, havia vários cajueiros em toda a sua extensão e alguns papagaios e araras pousavam nos galhos para comer e descansar. Desse fato, temos a visão de onde surgiu o nome Aracaju (ara= arara ; caju= cajueiro). 

Praia de Atalaia
A Praia de Atalaia possui mar agitado, sendo muito procurada por surfistas. Sua orla de areia grossa atrai dia e noite moradores e visitantes, não é por acaso. Com uma das melhores infraestruturas de Sergipe, Atalaia tem a orla mais completa para diversão e lazer. 
 
Com seis quilômetros de extensão, o local conta com o Centro de Arte e Cultura de Sergipe e, na época de São João, o local se transforma em uma vila inteira com muito forró e quitutes. Um pouco para frente está a sede do Projeto Tamar de preservação das tartarugas marinhas. Se você visitá-lo na hora do almoço dos bichinhos, você poderá ter a oportunidade de dar na boca a refeição do tubarão.


Museu da Gente Sergipana
O prédio foi construído em 1926 que hoje abriga o museu era conhecido na capital sergipana como Atheuzinho. Ele foi restaurado pelo Banco do Estado de Sergipe (Banese), em parceria com o Governo do Estado. O museu ganhou o prêmio O Melhor da Arquitetura em 2012 e foi eleito a Atração do Ano em 2013. 
Inaugurado como museu em 2011, abriga um espaço multimídia de última geração, sendo comparado em pé de igualdade com grandes museus, como o Museu da Língua Portuguesa, de São Paulo.

O Museu se apresenta como o “primeiro museu de multimídia interativo do Norte e Nordeste”. Na entrada há uma mapa interativo do Estado de Sergipe,onde é possível ouvir o sotaque dos habitantes de cada região.

Parque da Cidade
Com muita natureza, o Parque da Cidade é utilizado pela população local para curtir momentos de lazer e fazer caminhadas. Como é uma região de montanha, se você quiser subir a pé para conhecer o parque todo, é importante ir bem disposto.
Além disso, o Parque da Cidade de Aracaju é um dos poucos pontos de mata atlântica preservada na cidade. Por isso a importância de se preservar tal região de Aracaju.
Um dos principais atrativos do parque é o teleférico, com um custo de aproximadamente R$ 16 (podendo sofrer alterações), proporciona uma vista completa do local. A vista da cidade, lá de cima, é muito bonita.
Praia da Caueira

Mais uma bela praia, localizada a apenas 30 quilômetros de Aracaju, já no município de Itaporanga d'Ajuda, onde o acesso à praia pode ser feito pela BR-101 ou atrvés da SE 438. É um lugar lindo, com belas praias e palmeiras, onde proporciona aos visitantes fins de tardes inesquecíveis.

Conte para nós as suas experiências!

Aracaju: bonita e bem cuidada


Calma, ninguém está em apuros; estamos falando da cidade, Socorro, interior de São Paulo.
Localizada a aproximadamente 130 quilômetros da capital, sentido sul de Minas Gerais, Socorro é referência nacional em ecoturismo e muito elogiada pelos turistas devido à sinalização e acessibilidade para turistas portadores de limitações físicas, principalmente em hotéis e pousadas.

Socorro: ecoturismo e acessibilidade

Macapá, capital do estado do Amapá, fica na região Norte do país e é cortada pela Linha Imaginária do Equador que divide os dois hemisférios do planeta e é o principal ponto turístico da cidade. Assunto para daqui a pouco.
A cidade também está cheia de cultura, história e natureza pouco afetada pela a ação humana.  

Macapá: turismo no meio do mundo

Com muitas praias paradisíacas, Maceió possui uma das orlas urbanas mais lindas do Brasil, com praias de água cristalina, piscinas naturais e falésias de tirarem o fôlego. Se você está planejando ir para lá, ou está aqui somente para conhecer (por enquanto), você vai entender do que a gente está falando e marcará a sua viagem o mais rápido possível, porque não tem como não se apaixonar por este lugar incrível.

Se encante com a paradisíaca Maceió

Considerado o principal atrativo Natural da cidade de Ponta Grossa (PR), esta Unidade de Conservação é composta por três principais atrações: Arenitos, que são formações rochosas que apresentam formas variadas, como: a taça, o camelo, entre outras; Furnas, que se caracterizam por grandes crateras com vegetação exuberante e água no seu interior (lençol subterrâneo) e Lagoa Dourada que possui este nome porque as suas águas ficam com uma coloração dourada quando reflete a luz do Sol ao entardecer.

Conheça o Parque Estadual de Vila Velha, Paraná

Um nome grande para um lugar imenso em cultura e belezas: em meio às praias, a histórica Fortaleza São José da Ponta Grossa é uma dica de passeio em Florianópolis, Santa Catarina.


Localizada em dos extremos do Norte da ilha de Florianópolis, a Fortaleza São José da Ponta Grossa reserva um belo cenário, com suas antigas muralhas de pedra, em meio à uma bela paisagem a beira mar, entre as praias do Forte e Jurerê Internacional.

A Fortaleza de São José da Ponta Grossa é um harmonioso conjunto arquitetônico circulado por espessas muralhas. A edificação mais significativa é a Casa do Comandante, construção de dois pavimentos que, curiosamente abriga também o Paiol da Pólvora. A Capela dedicada a São José é a única construção do Sistema Defensivo da Ilha de Santa Catarina que manteve até os dias atuais a sua função original.



Construída entre 1739, a fortaleza foi, em 1938, tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), e entre 1990 e 1992 foi restaurada depois de ficar por décadas abandonada.





Visitação à Fortaleza São José da Ponta Grossa

O acesso aos arredores, bem como fotografar é grátis.
O acesso à parte interna custa R$ 8,00 e abre todos os dias.
Na temporada de verão abre das 9h ao meio dia, e das 13h às 19h. De março a dezembro, funciona até as 17h.

As belezas da Fortaleza São José da Ponta Grossa, Florianópolis


Existe um ditado que diz que, numa viagem, mais do que se preocupar em chegar ao destino é preciso aproveitar o caminho. Pois ele não poderia ser mais adequado no caso da Great Ocean Road, uma estrada à beira-mar que é uma das principais atrações turísticas da 
Austrália.

São 241 quilômetros de asfalto que serpenteia pela costa sudeste do país e revela, no trajeto, praias paradisíacas, penhascos monumentais e parques nacionais. A vegetação árida típica da região e os vários tons de azul e verde do mar completam o cenário.

Campings, mansões de veraneio e hotéis em balneários de surfistas são opções para passar a noite, mas também é possível fazer um passeio bate-volta de carro ou com agências de turismo, partindo principalmente de Melbourne, capital do estado de Victoria.
Essa é a alternativa escolhida por muitos turistas, que, mais do que conhecer as cidadezinhas costeiras, querem ver as atrações da estrada em si.
Entre elas, o conjunto de pedras conhecido como "Twelve Apostles" (Doze Apóstolos), situado no Parque Nacional Port Campbell. Escavadas pela erosão natural durante milhões de anos, essas formações calcárias de 45 metros de altura podem ser vistas a partir de passarelas e mirantes instalados na área.

Situadas no mar, na beira da areia, elas são rodeadas por falésias de 70 metros de altura.

Dentro do mesmo parque, a cerca de cinco minutos dali, fica outra atração que vale a parada: o Loch Ard Gorge, um desfiladeiro com uma praia paradisíaca.
Coalas e cangurus


No caminho entre Melbourne e Port Campbell, outro parque nacional chama a atenção dos turistas especialmente pela presença de alguns simpáticos habitantes: os coalas.

No Cape Otway National Park, basta prestar atenção nas árvores na beira da estrada para ver esses marsupiais que são um dos símbolos da Austrália. Quem tiver sorte também pode encontrar um ou outro canguru ao longo do caminho.
Calcula-se que a região receba em torno de 1,2 milhões de veículos e 7 milhões de turistas todos os anos.A Great Ocean Road liga os municípios de Torquay e Nelson. Entre as cidades de parada mais populares estão os balneários Apolo Bay e Lorne.
A estrada está em boas condições e tem muitas placas de sinalização. No caminho, há campings, banheiros e acostamentos em pontos estratégicos para quem quiser apreciar a vista.
Uma dica importante é levar casaco, já que, mesmo em épocas de calor, o vento nos mirantes e no alto de alguns penhascos é muito forte.

Por favor, reserve um segundo para curtir a nossa página! (não custa! Clica, vai!)
Guerra
Por sua história, a Great Ocean Road também é considerada um memorial de guerra – o maior existente no mundo, segundo algumas fontes. Ela foi construída na década de 1930 por mais de 3 mil soldados que haviam retornado da 1ª Guerra Mundial.
O trabalho, com pás e dinamite, era tão árduo que eles levaram 13 anos para construir apenas 64 quilômetros do caminho. 

Costa australiana revela lindas praias paradisíacas

Este país gigante, com proporções continentais, tem como principal rota de escoamento de cargas, e também de ligação entre estados, as rodovias; e sendo nosso país um terreno com muitas serras e picos, essas estradas precisam vencer os desafios de atravessar este tipo de obstáculo. É aí que surgem pontes, túneis, viadutos, decidas, subidas e etc., através das montanhas, à beira do mar, precipícios e florestas; gerando aquela imagem impressionante e muitas vezes inesperada que nos surpreendem.

Conheça um pouco das incríveis rodovias que cortam o nosso país.
  

Estrada da Graciosa
 A Estrada da Graciosa (PR-410), é uma rodovia de 40 km de extensão, que atravessa a Serra do Mar, no Paraná, interligando Quatro Barras (Região Metropolitana de Curitiba) às charmosas cidades históricas de Antonina e Morretes. 


A estrada foi feita na antiga rota dos tropeiros, ligando a parte alta da serra ao litoral do estado; atravessando o trecho mais preservados de Mata Atlântica do Brasil, marcado pela mata tropical e pelos belos riachos e pequenas quedas d'água que nascem na Serra do Mar.


Serra do Rio Rastro, Santa Catarina


Parece com aquelas estradas da Bolívia, cheio de curvas à beira de precipícios, cortando a montanha ao meio, mas essa rodovia está bem perto de nós, em Santa Catarina.

O trecho íngreme da rodovia SC-390 tem aproximadamente 12 km com descidas vertiginosas em meio aos penhascos e é repleta de curvas de até 180 graus, subidas perigosas e alguns mirantes com uma vista deslumbrante. O mirante do topo da serra fica a 1460 metros de altitude e proporciona uma vista espetacular da estrada, da Serra e da planície abaixo.  


Rodovia Rio/Santos

Com 457 quilômetros de extensão, a rodovia Rio-Santos (SP-55/BR-101) margeia todo o Litoral Norte do estado de São Paulo e Litoral Sul do estado do Rio de Janeiro.
A rodovia liga destinos como Guarujá, Bertioga, Caraguatatuba, São Sebastião, Ilhabela, Ubatuba, Paraty e Angra dos Reis. Durante todo o trecho se tem belas vistas das praias e das montanhas emolduradas pela mata Atlântica. 

Rodovia entre Guapimirim e Teresópolis, Rio de Janeiro 


Na BR-116, entre o Rio de Janeiro e Teresópolis, você encontrará uma vista incrível, a partir de Guapimirim, onde começa a subida da serra. A melhor parte é o Mirante do Soberbo, de onde se tem uma vista fantástica do Pico Dedo de Deus e outros picos pontiagudos do Parque Nacional da Serra Geral.

Rodovia da Chapada Diamantina, na Bahia


O trecho mais bonito da BA-242, rodovia que atravessa o estado da Bahia, com certeza é na Chapada Diamantina. O destaque está nesse lugar onde prece que a estrada termina no Morro do Pai Inácio, passando ao lado do mesmo. Com certeza dá para tirar belas fotos.

Serra do Corvo Branco, Santa Catarina


A Serra do Corvo Branco é um dos pontos turísticos mais conhecidos da região serrana de Santa Catarina, estando a aproximadamente 30 km do centro da cidade de Urubici.
A montanha faz parte de um conjunto que vai do Paraguai, atravessa os três estados do sul do Brasil e chega até o Uruguai e a Argentina. A decida tem 12 km e o seu trecho mais famoso e cinematográfico tem apenas 4 km entre paredões verticais e curvas intensas.

Rodovia Interpraias, Balneário Camboriú, Santa Catarina 


Interpraias interliga quase todas as praias da famosa cidade catarinense de Balneário Camboriú. Com apenas 14 quilômetros de extensão, a rodovia passa por praias preservadas e algumas quase desertas.

Rodovia dos Imigrantes, São Paulo

 
A SP-160 é um grande feito da engenharia no que diz respeito à estradas. Com quase sessenta quilômetros de extensão, possui 44 viadutos, 7 pontes e 14 túneis, muitos com vistas incríveis como desta imagem.

Serra do Pinto (Rota do Sol), Rio Grande do Sul

 
A Serra do Pinto é o trecho da Rota do Sol (rodovia RS 453) que liga o planalto serrano com o Litoral Norte Gaúcho. São 15 km de descida com muitas curvas, viadutos e túneis, com destaque para o Túnel da Reversão, sucedido por um viaduto, onde dá para parar e contemplar o vale lá embaixo.

Você conhece alguma dessas ou outras estradas tão bonitas quanto? Conte pra gente nos comentários!
 

As mais belas estradas do Brasil

Ahh, Curitiba. Posso falar muito dessa cidade que me adotou e que me encantou com sua mistura de modernidade e antiguidade em suas construções; o charme dos velhos casarões do Largo da Ordem e a simplicidade do povo que tem a fama de não ser simpático, até você os conhecer melhor... São do tipo que, depois que viram seus amigos, serão seus amigos para sempre!
Terra de Paulo Leminski e outros ícones da nossa cultura...
Em Curitiba você pode encontrar nas ruas figuras como Galileu Galilei, a Princesa Isabel e até Napoleão Bonaparte. Gente também importante como Thomas Edison, Santos Drumont e até Raul Seixas. Bem, até os Marechais que eram rivais, hoje se encontram em uma esquina. Duvida? Então dê um passeio lá pelo centro.



Conheça Curitiba, uma capital encantadora e apaixonante

João Pessoa foi fundada em 1585, sendo a terceira capital de estado mais antiga do Brasil, também reconhecida como a segunda cidade mais verde do mundo. Em sua orla foi proibida a construção de edifícios altos para preservação das praias. Com um rico acervo histórico-arquitetônico, João Pessoa guarda imponentes construções barrocas datadas do século 16. A devoção, ainda nos dias de hoje, é bastante forte e representada pelo espetáculo da Paixão de Cristo que atrai fiéis e turistas na Semana Santa. 
Picãozinho
A menos de dois quilômetros da costa, em frente à praia de Tambaú, as piscinas naturais de Picãozinho surgem na maré baixa, apresentando formações de corais. Um dos passeios náuticos mais apreciados da região, atrai adultos e crianças que se revezam nos deliciosos mergulhos em meio aos peixes. O tour dura quatro horas e barcos-restaurantes garantem bebidas geladas e petiscos fresquinhos.

Areia Vermelha
A 18 quilômetros do centro de João Pessoa, essa formação aparece quando a maré está baixa e fica no 'meio' do mar, a um quilômetro da praia, já pertencendo ao município de Cabedelo; e atrai muitos turistas para aproveitar essa praia diferenciada e temporária para pegar aquele bronzeado essencial. Para chegar ao local é necessário pegar uma carona nos barcos que saem a cada três horas. 


Ponta do Seixas
A ponta do Seixas é o ponto mais oriental do continente americano e consequentemente da parte continental do Brasil. Localiza-se a leste da cidade de João Pessoa, a quatorze quilômetros do centro da cidade e a três quilômetros ao sul do bairro de Cabo Branco.

Ao lado da ponta do Seixas, sobre uma falésia constantemente erodida pelas ondas, assenta-se o farol do Cabo Branco, construído na era militar e cujo formato em pé de sisal (triangular) apresenta 40 metros. Dele se tem a mais bela vista da orla e do oceano Atlântico de toda região.

Mercado de Artesanato Paraibano
É um prédio bem organizado, com dois pavimentos, possui mais de 120 lojas que comercializam o artesanato da região. Fica no bairro de Tambaú, na Avenida Senador Rui Carneiro.

Centro Histórico
Composto pelo Forte de Santa Catarina do Cabedelo, Praça de João Pessoa, Conjunto Franciscano e Igreja de São Francisco, Pátio de São Pedro, Hotel Globo e o Parque Solo de Lucena, são lugares que contam a história desde a invasão da Holanda, em 1856 até histórias um tanto mais recentes, como a do antigo Hotel, que hospedava figuras ilustres até 1928. 

Pôr do sol na Praia do Jacaré
Às margens do Rio Paraíba, você pode admirar o pôr do sol incrível que geralmente encerra os passeios na região, dando lugar ao descanso para recarregar as energias gastas durante o dia.

Dicas:

Em João Pessoa amanhece às 5h e anoitece às 17:30h, portanto nada de dormir demais!
Se tiver tempo, Natal fica somente a 180 km e Recife a 120 km de João Pessoa. Vale a pena gastar um pouquinho mais e dar 'um pulinho' lá.
Conheça também as praias do litoral sul, são as mais lindas da Paraíba.
Picãozinho e Areia Vermelha, só aparecem durante a maré baixa, se informe sobre a tábua das marés, antes de fazer estes passeios.

Boa viagem!

As maravilhas de João Pessoa

Para quem caiu aqui de paraquedas, esse blog passou por uma reformulação em seu formato e agora nós damos dicas de como viajar gastando pouco, para que você possa ter experiências em sua vida que possa recordar quando estiver bem velhinho, mostramos também destinos para todos os bolsos e, ainda, dicas de como fazer algumas coisas relacionado às viagens.

Como não dá para viajar até as estrelas (ainda), nada melhor que admirá-las de um lugar isolado de luz artificial, talvez numa praia ou interior, aproveitando a calmaria que só esses lugares podem oferecer. Sugiro numa praia retirada, ouvindo um bom e velho Pink Floyd. 

Enfim, o que combina muito com viagens são as fotografias. E se você estiver em algum lugar desses que eu citei acima, com uma visão da Via Láctea e suas respectivas estrelas, por que não não as fotografá-las? Parece uma tarefa um tanto quanto difícil, mas se você tiver o equipamento correto (uma câmera) e quase nada de luz de cidades ou casas, se torna uma tarefa fácil. 
 A primeira coisa é aquilo que já dissemos: escuridão total. Evite também os dias em que a Lua está brilhando muito. Apesar da luz dela ser o reflexo de uma estrela, não é esse o nosso objetivo; então, hoje não, Lua.

As estrelas estão muito, mas muito longe mesmo; então é necessário usar uma exposição longa para conseguir captar a luz que elas emitem. Às vezes usamos 30 segundos ou mais. Por isso uma câmera DSLR e um tripé são essenciais. O tripé é o equipamento mais importante aqui.




Para fotografar as estrelas, podemos usar uma lente bem clara em sua maior abertura junto com o ISO mais alto que a câmera permitir sem ficar com excesso de ruído.

Como deixamos um tempo de exposição longo, variando entre 15 e 30 segundos, é necessário um tripé estável, além da desativação do estabilizador de imagem (IS).


Um dos pontos mais difíceis na fotografia noturna é o foco, porque, com pouca luz, a câmera não consegue focar no automático. Por isso, deixamos o foco no modo manual da lente e utilizamos algum ponto de luz distante ou uma estrela mais brilhante para focar, ou, mais fácil ainda, jogamos o foco manualmente para “infinito”.





Compor a paisagem com o céu noturno é um dos grandes desafios da astrofotografia. A Via Láctea atravessa o céu de ponta a ponta e o coração dela costuma ficar bem alto no céu na maior parte do tempo, então uma lente grande-angular costuma ser muito útil nessas horas.

Dica preciosa: ative o timer da sua câmera antes de começar a exposição, para evitar que a mesma trema no momento em que você apertar o botão para fotografar. Ou, se você tiver, uso aquele controle remoto que acompanha alguns modelos.


 

Como fotografar o céu estrelado

Quando o verão vai embora e o friozinho começa dar as caras no país tropical, um dos destinos mais procurados pelos turistas no país, com certeza é a linda cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul. Uma cidade tão incrível que parece um pedaço da Europa; ainda mais quando neva. Sim, às vezes cai neve lá!
A cidade é um contraste entre a natureza e a beleza das construções estilo europeu, reflexo da colonização de imigrantes portugueses que iniciou-se 1875, seguido por alemães e italianos, o que fez essa cidade ter uma aspecto diferenciado, atraindo turistas de todos os lugares e de todas as idades.


Uma das atrações da cidade é a Rua Coberta, que dispõe de lojas, restaurantes e também é cenário de apresentações e eventos. 


Porém, o que se destaca mesmo --principalmente perto da Páscoa-- é o chocolate. A fama dos chocolates da região é enorme, assim como a qualidade, que concorre lado a lado com famosas marcas internacionais. Basta uma caminhada rápida no centro da cidade para que você se depare com diversas lojas desse doce maravilhoso, onde nenhuma dieta resiste!


Existem diversas fábricas de chocolate na região, onde você pode visitá-las e sentir o cheirinho se espalhando pelo ar. A entrada normalmente é gratuita, pagando somente pelas barras e produtos que você decidir levar (não tem como sair sem levar algo, você não resiste!). Ah, a maioria destas fábricas, no final do passeio, permite que você coma barrinhas e amostras dos seus produtos! 


Gramado é, sem dúvida, uma cidade marcada por muitas belezas, com muita natureza, fazendo-a o principal cidade turística do estado do Rio Grande do Sul e também uma das principais do Brasil. A cidade destaca-se como centro de grandes eventos (congressos, seminários e encontros) além de sediar anualmente um dos mais tradicionais festivais de cinema da América Latina: o Festival Brasileiro e Latino de Cinema, durante o qual são distribuídos os prêmios Kikito. Outros eventos importantes e que atraem milhares de turistas são o festival natalino conhecido como Natal Luz e a Festa da Colônia, esta uma das festividades mais integradora dos grupos que colonizaram a região: açorianos, alemães e italianos.


Outro local que merece uma visita é o Museu Medieval, que fica em um castelo estilo medieval, que exibe brasões e armas medievais, também abriga o único Museu de Cutelaria do Brasil, exibindo facas, espadas, adagas etc., de todas as partes do mundo. 

O Lago Negro também é um cartão-postal de Gramado. Por toda a margem das águas profundas de cor verde escuro existe um passeio florido, tomado de hortênsias, a flor mais popular da cidade. Mas a maior atração fica por conta dos pedalinhos, em formato de cisne ou caravela. Um belo cenário para registrar o passeio em fotos. 



A gastronomia é algo igualmente incrível. A comida estilo italiano se destaca principalmente nas regiões mais rurais, lugares onde você também pode encontrar inúmeros produtos 
coloniais e passeios na natureza.



Dicas: Gramado é uma cidade pequena, mas apesar de as atrações serem perto umas das outras, é importante utilizar um carro, seja ele táxi, carro de aplicativo ou carona para dar conta de tudo. Mas claro, andar a pé é muito bom para ver todas as belezas com detalhes e também para a saúde. Por isso se programe.

Além disso, há um posto da Secretaria de Turismo de Gramado (na Av. das Hortênsias, 2029), onde é possível tirar todas as dúvidas e buscar folders com dicas para curtir a cidade. Planeje seu roteiro, mas deixe-se surpreender no passeio. Novas atrações podem surgir no caminho.



Não se esqueça das roupas de frio. As noites lá costumam ser geladas. Recomenda-se também levar um secador de cabelos para não sair no frio de cabeça molhada, rs.


É isso, pessoal. Espero que curtam a viagem quando forem e não se esqueçam de nos dizer como foi.

Boa viagem! 

Gramado Rio Grande do Sul: belezas e gastronomia