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7 promoções desastrosas que causaram milhões em prejuízos

Promoções servem para chamar o público e desencalhar aqueles produtos que já estão juntando teia de aranha e arrecadar muito dinheiro. Mas, nem sempre as publicidades são bem elaboradas; algumas delas foram tão malsucedidas que geraram prejuízos e até fechamento de empresas, além de muita vergonha alheia.
Confira hoje as sete promoções mais desastrosas de todos os tempos




Preço de banana

Antigamente, nos EUA, a moda era chamar dinheiro de "banana". Assim como no Brasil e em outros lugares, o dinheiro tem vários apelidos, mas, em alguns lugares isso causa uma interpretação errada. Foi assim que um loja chamada Silo, que vendia televisores e rádios, teve um prejuízo de dez mil dólares quando anunciou para quatro cidades um aparelho de som pelo preço de duzentas e noventa e nove bananas. 
Sem esperar uma interpretação literal da população, no outro dia de manhã as pessoas estavam com sacolas cheias de bananas na porta da loja, querendo levar o rádio; e após ameaças de processos e ataque de fúria dos consumidores, a loja teve que vender o produto literalmente a preço de banana; as quais foram doadas a um zoológico.

Olimpíadas Mc Donald's
Essa promoção simples aconteceu originalmente em 1976, onde você ganhava uma raspadinha que vinha uma medalha desenhada e, se os EUA ganhassem a respectiva medalha, você ganhava um lanche.
Em 1984 o Mc resolveu repetir a promoção, e foi aí que tudo deu errado: a União Soviética, -- que mais ganhava medalhas nas Olimpíadas -- não quis participar da competição por motivos políticos, onde os EUA tiveram a oportunidade de dobrar a quantidade de medalhas que costumava ganhar, gerando um número enorme de ganhadores nas raspadinhas, fazendo a franquia perder dez milhões de dólares em lanches grátis.

Pepsi Number Fever

A Pepsi resolveu lançar uma promoção onde vinha um número embaixo de suas tampinhas e, se fosse sorteado, o sortudo ganharia algo em torno de quarenta mil dólares. 
Cerca de 33 milhões de pessoas participaram da promoção; o número sorteado foi 349, mas, o problema é que por algum motivo haviam oitocentas mil tampas com esse número -- um erro grotesco.
Não teria como a marca pagar todo mundo; ninguém quis acordo; os premiados se revoltaram, queimaram 32 caminhões da Pepsi, queimaram uma fábrica e mataram uma mulher e sua filha com uma granada.
 Mesmo tentando recorrer, a empresa desembolsou dez milhões de dólares em indenizações.

Walkers Rainy Days
A empresa Walkers, dona dessa batatinha famosa, criou uma promoção que o cliente comprava um salgadinho, entrava no site e tentava adivinhar em qual região ia chover. O que eles não pensaram é que é só você entrar num site de previsão do tempo e ter uma ideia aproximada de onde vai chover. Cada vez que você acertava, você ganhava algo em torno de cinquenta reais; o que gerou milhões em prejuízos à marca.


Frango grátis
A famosa marca KFC anunciou cupons grátis no programa americano mundialmente famoso da Oprah. Durante 24 horas você podia ir no site e baixar o cupom para comer um franguinho grátis. 
E, de graça, até injeção na testa, 10,2 milhões de cupons foram baixados, gerando filas enormes nos restaurantes, gerando 40 milhões de prejuízo.

Casa Sanches
A dona do restaurante mexicano, em San Francisco, teve uma ideia para divulgar a marca: quem fizesse uma tatuagem com a logo da empresa ganharia burritos grátis para o resto da vida. Sem esperar que alguém fosse fazer isso, muita gente apareceu com a tattoo no corpo, gerando, inicialmente, 5 milhões de dólares em prejuízos -- e vão ter pro resto da vida.

Voo grátis
A empresa Hoover -- que fabricava máquinas para limpeza -- tinha muito estoque encalhado em seus almoxarifados e, para se livrar da mercadoria e teve a péssima ideia de dar duas passagens para conhecer a Europa para quem comprasse um produto que custasse a partir de cem libras. A promoção foi um sucesso, então eles fizeram uma nova campanha, mas, dessa vez, o destino era para os Estados Unidos. A marca esperava que apenas 50 mil pessoas participassem da oferta, porém, meio milhão de pessoas a mais do que o esperado ganharam as passagens. A empresa Hoover alegou que não tinha como pagar tanta passagem para tanta gente, onde tudo foi parar na justiça e, em 1998 ela foi sentenciada a pagar 50 milhões de libras (algo em torno de 250 milhões de reais) em indenizações.



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